Advocacia de autor. Um ateliê jurídico em São Paulo.
Uma filosofia. Um advogado. Uma assinatura.
Um advogado. Do começo ao fim.
A maioria dos escritórios funciona assim: você é recebido pelo sócio, conta o que está acontecendo, sai da reunião com a sensação de que está em boas mãos. Mas na semana seguinte, quem liga para pedir documentos é outra pessoa. Quem redige a petição é outra. Quem acompanha o andamento no tribunal, outra. O sócio que te olhou nos olhos aparece de novo só quando precisa assinar. Ou quando o honorário vence. Entre uma ponta e outra, o seu caso virou um número de pasta.
Eu trabalho de outro jeito.
Aqui, o advogado que assina é o mesmo que escreveu cada parágrafo. Não delego o raciocínio. Não terceirizo a tese. Não passo o seu caso para quem você nunca viu.
Cada caso que aceito recebe o tempo que precisa, porque profundidade não combina com pressa, e o seu problema merece mais do que uma peça escrita às vésperas do prazo.
Cada petição que leva meu nome foi pesquisada, pensada e redigida com a atenção que cada vírgula merece.
Isso tem um nome. Advocacia de autor. Por isso, este é meu ateliê.
Existe cinema de autor, em que o diretor responde por cada frame. Existe cozinha de autor, em que o chef assina cada prato. Se o advogado não assina a tese como um autor assina sua obra, por que você confiaria seu caso a ele?
Na advocacia, a confiança não se declara. Se demonstra.
Este sou eu.
Caio Guimarães Fernandes
OAB/SP 354.463
Escolhi o Direito porque é um trabalho intelectual. Não escolhi por tradição familiar, nem por falta de opção. Escolhi porque acredito que um bom argumento muda o resultado. E construir um bom argumento exige estudo, tempo e uma certa obsessão por estar certo.
Acredito em equidade. Acredito que uma pessoa que perdeu a cobertura do plano de saúde no meio de um tratamento de câncer merece reparação. Que uma mãe ou um pai que luta pela guarda dos filhos merece ser ouvido. Que violações contratuais devem ser corrigidas e as pessoas, indenizadas. O Direito deveria funcionar assim. Nem sempre funciona. Mas cada vez que eu consigo fazer funcionar, sei por que estou aqui.
Me graduei pela FAAP. Fiz o mestrado em Direito Civil na USP e publiquei um livro sobre a autonomia dos danos estéticos. Escrevi para revistas jurídicas no Brasil, em Portugal, na França. Hoje faço o doutorado na Universidade de Lisboa. Tudo converge para um ponto: cada caso exige raciocínio próprio. Não existe atalho que substitua o estudo. Não existe modelo que substitua a atenção.
Se você está aqui, vai encontrar alguém que responde pelo que faz. E essa atuação se desenvolve nas áreas que mais me formaram, e onde posso oferecer o que tenho de melhor.

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